Gerar Nutri+


Justificativa e Contextualização

Desastres climáticos, incidentes naturais, calamidades de ordens e freqüência aleatórias, alimentação de soldados em treinamento de campo e outras atividades das Forças Armadas, além dos refugiados de guerras e conflitos civis, 'produzem' em grande escala insegurança alimentar e nutricional, que não podem passar pela indiferença de seus semelhantes. Outro fenômeno que só faz ampliar esse contingente é o processo de desertificação e seca de territórios inteiros, em regiões como a Africa, além de outras regiões com baixos e baixíssimos índices de desenvolvimento humano, com populações vivendo em situação subnutrição e pobreza extrema. O contingente de populações nessas condições, que de acordo com dados de 2008 da ONU, são 11 milhões de refugiados em todo o mundo, e, só faz crescer. Fazem parte desse cenário de iminente insegurança nutricional as populações Nacionais dos Territórios Consads, acampamentos e pré-assentamentos da reforma agrária e do Semiárido Nordestino.

Para fazer frente ao desafio de preservar vidas em situações extremas de risco e, em iminente insegurança alimentar e nutricional é que a Gerar e a Phoods conceberam o Programa Gerar Nutri+ inspirados no exemplo da fundadora da Pastoral da Criança e co-fundadora da Gerar, Dra Zilda Arns, que desenvolveu a Farinha Multimistura, de alto poder nutritivo.

O Programa visa contribuir e solucionar as demandas nutricionais e sanitárias emergentes, em áreas de riscos, calamidades, desastres, e, onde mais houver a necessidade de se alimentar um semelhante de qualquer faixa etária, com capacidade de atender DIRETA e IMEDIATAMENTE, após a ocorrência destes eventos aleatórios. Com capacidade de adequar aos patamares calóricos de diversas regiões ao redor da Terra, destinado a qualquer faixa etária, pois uma boa nutrição estimula a saúde e encoraja ao recomeço.

OSCIP GERAR - www.gerar.org.br

Resal


A Rede Solidária de Alimentos – RESAL é uma iniciativa de abastecimento, segurança alimentar e nutricional.

A RESAL pode ser compreendida como uma ação de apoio ao combate da exclusão social, atuando no sentido da redução de sua forma endêmica, causada pela fome, pelo desemprego, pela violência, enfim, pela quase absoluta falta de perspectiva de uma vida constituída com base nos princípios dos direitos humanos e da cidadania.

Criada para ser um importante instrumento de luta contra o desperdício e diminuir o abismo da desigualdade social, minimizando os efeitos da fome e da desnutrição a RESAL atua de modo complementar na alimentação, sem a pretensão de assumir ou responder integralmente pela demanda atual, nem ser substituto de programas semelhantes já existentes, ao contrário, tem como um dos seus objetivos integrar-se às ações já existentes.

Composta por representantes da sociedade civil organizada e por representantes do poder público nas esferas municipal, estadual e federal, a RESAL atua na articulação de ações de convênios, arrecadação, recebimento e distribuição gratuita de alimentos em perfeita condição de consumo.

Nos Pólos de Distribuição, os produtos são recebidos, selecionados, separados em quantidades próprias, processados ou não, embalados e distribuídos gratuitamente às entidades cadastradas (creches, asilos, casas de apoio, comunidades terapêuticas e outros). Mas o trabalho da RESAL vai além de intermediar a doação de alimentos. Uma equipe formada por técnicos e nutricionistas, trabalha junto às instituições beneficiadas promovendo orientações quanto à manipulação e aproveitamento total dos alimentos, avaliação nutricional, palestras educativas na área de saúde e cidadania.

A tarefa de combater a fome é o desafio colocado para toda a sociedade e exige um compromisso de todos. O que significa dizer que, além da adoção de políticas públicas e estratégias de combate e erradicação da pobreza, é condição indispensável que Estado, iniciativa privada e o terceiro setor trabalhem juntos e de forma solidária para garantir o aceso de todos às condições mínimas necessárias para uma vida digna.

RESAL - Rede Solidária de Alimentos

FAS


Projeto Família Curitibana

O Projeto Família Curitibana, integrante do Programa Promoção e Assistência Social, que compõe o eixo Cuidar em Curitiba no Plano de Governo, gestão 2009/2012, tem por metodologia a ação intersetorial de órgãos públicos municipais e parceiros não governamentais.

A intervenção integrada de proteção social objetiva promover as condições de vida das 7000 famílias para níveis de emancipação e sustentabilidade. Estas famílias foram identificadas pela análise de dados do Cadastro Único e do Índice de Vulnerabilidade Social das Famílias - IVSF, e consideradas com maiores índices de vulnerabilidade socioeconômica.

O modelo de atuação se baseia na diretriz de investimento no capital social das famílias, de forma que as mesmas recuperem ou ampliem sua capacidade funcional e resolutiva a superação de suas dificuldades. As estratégias de intervenção foram estruturadas a partir de sete eixos, por área de atuação:
- Assistência Social, garantia da inserção nos serviços de Proteção Social Básica e Proteção Social Especial;

 - Educação, garantia do acesso e estímulo da população para permanência na escola;

 - Saúde, acesso integral aos recursos para promoção da saúde, autocuidado e prevenção de doenças das famílias;

 - Segurança Alimentar e Nutricional, promoção da melhoria das condições alimentares e nutricionais das famílias;

 - Meio Ambiente e Educação Ambiental, sensibilização e acesso a informação das comunidades quanto a preservação, conservação e recuperação ambiental, para a sustentabilidade urbana;

 - Habitação, visa a melhoria das condições das moradias das famílias;

 - Desenvolvimento Comunitário, promoção do desenvolvimento sociocultural e artístico da comunidade. Fomento pelas práticas de esporte, lazer e atividades físicas ao cidadão, para seu bem-estar, inserção e promoção social.

FAS - Fundação de Ação Social de Curitiba

World Food Programme


WFP is the food aid arm of the United Nations system. Food aid is one of the many instruments that can help to promote food security, which is defined as access of all people at all times to the food needed for an active and healthy life. ¹ The policies governing the use of World Food Programme food aid must be oriented towards the objective of eradicating hunger and poverty. The ultimate objective of food aid should be the elimination of the need for food aid.

Targeted interventions are needed to help to improve the lives of the poorest people - people who, either permanently or during crisis periods, are unable to produce enough food or do not have the resources to otherwise obtain the food that they and their households require for active and healthy lives.

Consistent with its mandate, which also reflects the principle of universality, WFP will continue to:
- use food aid to support economic and social development;
- meet refugee and other emergency food needs, and the associated logistics support;
- promote world food security in accordance with the recommendations of the United Nations and FAO.

The core policies and strategies that govern WFP activities are to provide food aid:
- to save lives in refugee and other emergency situations;
- to improve the nutrition and quality of life of the most vulnerable people at critical times in their lives;
- to help build assets and promote the self-reliance of poor people and communities, particularly through labour-intensive works programmes.

In the first case, food aid is essential for social and humanitarian protection. It will be used in a way that is as developmental as possible, consistent with saving lives. To the extent possible, the provision of relief food aid will be coordinated with the relief assistance provided by other humanitarian organizations. In the second case, food aid is a pre-investment in human resources. In the third, it uses poor people's most abundant resource, their own labour, to create employment and income and to build the infrastructure necessary for sustained development.

WFP is well placed to play a major role in the continuum from emergency relief to development. WFP will give priority to supporting disaster prevention, preparedness and mitigation and post-disaster rehabilitation activities as part of development programmes. Conversely, emergency assistance will be used to the extent possible to serve both relief and development purposes. In both cases the overall aim is to build self-reliance.

In carrying out its mandate, WFP will concentrate on what it is best suited to do with the resources available as cost-effectively as possible. WFP will focus on those aspects of development where food-based interventions are most useful. It will make all necessary efforts to avoid negative effects on local food production, consumption patterns and dependency on food aid. WFP will continue to play a major and significant role in providing transport and logistics expertise and assistance to ensure rapid and efficient delivery of humanitarian aid.

WFP's multilateral character is one of its greatest strengths. WFP will exploit its capability to operate virtually everywhere in the developing world, without regard to the political orientations of governments, and to provide a neutral conduit for assistance in situations where many donor countries could not directly provide assistance. WFP will provide services: advice, good offices, logistic support and information; and support to countries in establishing and managing their own food assistance programmes.

WFP, on request, will provide bilateral services to donors, UN agencies and NGOs on the basis of full cost recovery. These will be administered and accounted for separately. Such services will complement WFP's regular operations to the extent possible.

WFP will concentrate its efforts and resources on the neediest people ² and countries in accordance with the CFA's decision to provide at least 90 percent of WFP's development assistance to low-income, food-deficit countries and at least 50 percent of its development assistance to the least developed countries by 1997.

WFP will ensure that its assistance programmes are designed and implemented on the basis of broad-based participation. Women in particular are key to change; providing food to women puts it in the hands of those who use it for the benefit of the entire household, especially the children. WFP assistance will aim to strengthen their coping ability and resilience.

To be truly effective, food aid should be fully integrated into the development plans and priorities of recipient countries and coordinated with other forms of assistance. WFP's starting point is the national policies, plans and programmes of developing countries, including their food security plans. WFP will pull together its activities in an integrated way at the country level so that it can respond to urgent needs as they occur while retaining core development objectives. The country strategy note, where this exists, should provide the framework for an integrated response by the United Nations system. In some special cases WFP will adopt a multi-country or regional approach particularly for the provision of humanitarian assistance.

No single agency has either the resources or the capacity to deal with all the problems of hunger and underdevelopment. Hence the importance WFP attaches to collaboration with other agencies, particularly with its parent bodies, the United Nations and FAO. WFP will continue to work closely with the United Nations Department of Humanitarian Affairs, UNHCR, other relevant agencies and non-governmental organizations (NGOs) in the response to emergencies and humanitarian crises. WFP will also collaborate closely with the Rome-based United Nations food and agriculture agencies, FAO and IFAD, especially in using food aid for achieving household food security. WFP will continue to forge effective partnerships of action with the World Bank and the International Monetary Fund, regional bodies and institutions, bilateral donors and NGOs in support of economic and social development.

WFP will play its part as an active member of the United Nations system to bring the issue of hunger to the centre of the international agenda. In its dialogue with recipient governments and the aid community, WFP will advocate policies, strategies and operations that directly benefit the poor and hungry.

¹ FAO/WHO (1992) International Conference on Nutrition.
² Normally, poor and hungry people are those who earn less than the equivalent of one dollar a day, or who allocate the majority of their household budget to food.

WFP - Word Food Programme

Visão Mundial


A Visão Mundial é uma organização não governamental cristã, brasileira, de desenvolvimento, promoção de justiça e assistência, que, combatendo as causas da pobreza, trabalha com crianças, famílias e comunidades a fim de que alcancem seu potencial pleno. Dedica-se a trabalhar lado a lado com as populações mais vulneráveis e a servir a todas as pessoas, sem distinção de religião, raça, etnia ou gênero.

Integra a parceria World Vision International, que atua em quase 100 países e está no Brasil desde 1975, oferecendo benefícios diretos a mais de 700 mil crianças, jovens e adultos. Esse trabalho se multiplica em benefícios indiretos para mais de 2,8 milhões de brasileiros em 13 estados. A organização está presente na região semiárida do Nordeste do país, do Vale do Jequitinhonha e do Norte de Minas Gerais, na Amazônia e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), e São Paulo (SP).

Em seus projetos e programas, prioriza as crianças que vivem em comunidades empobrecidas e em situação de vulnerabilidade. Para que as crianças tenham um futuro digno, a Visão Mundial acredita ser necessário transformar a realidade das famílias e das comunidades em que elas vivem. Por isso, todos os projetos apoiados pela organização têm como meta a promoção do Desenvolvimento Transformador. A Visão Mundial procura assegurar que os processos de Desenvolvimento Transformador sejam sempre baseados na comunidade, sustentáveis e focados no bem-estar das crianças.

Os programas da Visão Mundial desenvolvem ações nas seguintes áreas:
- Geração de Renda e Empreendedorismo, microcrédito rural e urbano, comércio ético e solidário e agroecologia, com ênfase no cuidado com o meio ambiente;
- Promoção da Justiça para a Infância e Juventude, defesa da promoção dos direitos da criança e do adolescente, com ênfase no protagonismo e no monitoramento de políticas públicas;
- Promoção de Bons Tratos, iniciativas de enfrentamento à violência urbana, com ênfase no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, e promoção da cultura de paz;
- Educação para a Vida, processos educativos de esporte, cultura e lazer com ênfase na formação de crianças e jovens para desenvolvimento de ações empreendedoras e inserção no mercado de trabalho;
- Saúde Materno-Infantil, ênfase em saúde na primeira infância, segurança alimentar e gravidez precoce;
- Assistência Humanitária e de Emergência, socorro em situações de emergência: enchentes, secas, terremotos etc.

VISÃO MUNDIAL - World Vision

Pastoral da Criança


A Pastoral da Criança é reconhecida como uma das mais importantes organizações em todo o mundo a trabalhar em ações de combate à mortalidade infantil e melhoria da qualidade de vida das crianças e suas famílias. Organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Pastoral da Criança é uma instituição de base comunitária que tem seu trabalho baseado na solidariedade e na partilha do saber.

Tem como objetivo promover o desenvolvimento integral das crianças pobres, da concepção aos seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário, a partir de ações preventivas de saúde, nutrição, educação e cidadania, realizadas por mais de 228 mil voluntários capacitados. Também promove, em função das crianças, as famílias e as comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político.

Criada em 1983, a Pastoral da Criança – hoje presente em todo o Brasil e em mais 19 países – alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas para que elas se tornem protagonistas de sua própria transformação pessoal e social.

As ações desenvolvidas compõem um conjunto de práticas educativas simples, baratas e facilmente replicáveis, focalizadas na capacitação das famílias para os cuidados com a criança. O processo e o impacto desse trabalho pode ser mensurado pelos indicadores de saúde e de educação. Conheça mais sobre os indicadores clicando no Menu Sistema de Informação.

Sabe-se que a maior parte dos problemas de saúde podem ser solucionados na família e na comunidade desde que as pessoas aprendam a identificar as doenças e a procurar os recursos o mais cedo possível. Para tanto, a educação para a saúde é essencial, pois torna o indivíduo ator dos cuidados com a sua própria vida, consequentemente melhorando a saúde de sua família e de sua comunidade.

Ao longo de quase três décadas, a entidade ganhou importância e reconhecimento da sociedade. A Pastoral da Criança participa de várias instâncias de decisão sobre políticas públicas, e em vários níveis de governo, como os conselhos de saúde, direitos da criança e do adolescente, assistência social e segurança alimentar.

Um dos muitos diferenciais da organização é o permanente monitoramento das ações e resultados, através de um eficiente Sistema de Informação. Outro é a transparência nas demonstrações financeiras. A estrutura administrativa na Coordenação Nacional, em Curitiba, é a mais simples e ágil possível. Essas são ferramentas importantes para assegurar o apoio das fontes financiadoras e acompanhamento de milhares de crianças e gestantes a um custo muito baixo.

Pastoral da crinaça - CNBB

Contato

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Curitiba - Paraná - Brasil
Fone: +55 41 3089-0455
phoods@phoods.com.br

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